Frenético

Sinto. Como uma flecha que atravessa o meu peito. Como um moinho que me leva pro lado errado, sempre. Como um vulcão que está sempre em ebulição. Não sou calmaria nunca. Não sou chovisco em fim de tarde. leves ondas de iemanjá. Sempre em movimento, nunca em enterpecimento. Ás vezes sinto falta daquelas noites de sábado em que nada fazia. Minto, frequentemente.

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