Se arrependimento matasse...

Eu me arrependo de muita coisa nessa vida. E não vou dizer que não, que não me arrependo, e que essas coisas me fizeram ser uma pessoa melhor. Porque francamente, muitas não foi nenhuma grande lição de vida. Também não vou ser hipócrita e dizer, que não se aprende com os próprios erros e que a gente tem que acertar sempre (embora fosse bem mais fácil). O que eu quero dizer de fato, é que, muitas das besteiras que a gente faz, e que a gente se arrepende, só recebem atenção no momento e a gente jura que nunca vai fazer aquilo de novo e Puft, a gente faz! A gente vai pelo mesmo caminho errado que quebrou a cara lá atrás. E a gente fala ou faz as mesmas besteiras que a gente tanto tinha se arrependido. Isso acontece pelo simples fato de que, a gente não se concentra nas falhas que cometemos ou que podemos cometer. E mesmo que fizéssemos isso, a gente não pode ver o que vem pela frente. Mesmo as pessoas mais cautelosas e que pensam muito bem antes de agir estão suspensas a cometer falhas do qual se arrependerão pro resto da vida, e ninguém está livre disso. O arrependimento: você se afoga num rio, onde é seu, e só existe você. Não há ninguém pra lhe salvar, pois aquela dor é só sua. Uma campainha que toca alto no momento que você mais quer cochilar. E por mais que você pense, você imagine que pode voltar atrás. Se coloque naquela mesma cena durante horas, nada pode ser feito. Porque o que passa, passa pra sempre. E o que aconteceu ou deixou de acontecer, está fadado a ficar no passado. E por mais dura realidade, temos que aceitar e tentar buscar o melhor de cada situação, quando não se há nada mais a ser feito.

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